apenas um cigarro

Nunca fui muquinha de cigarro, mas tem horas que mesmo o bom samaritano se utiliza de alguns subterfúgios para negar algo.
Já se completa 7 anos, mas isso nunca vai deixar de povoar minhas mais alegres memorias sobre como a gente escapa de algumas situações sem saber como e sem saber de onde vem tanta imaginação para desviar de algo tão inesperado.
Estava eu caminhando pela rua Pará quase esquina com a Belo Horizonte, região de Londrina onde morei por mais de dez anos.
Naquele tempo, ainda estudante de comunicação.
Acabara de almoçar e tinha recebido a visita de um amigo de faculdade. Aliás, o único aluno do curso que mesmo sem diploma, já trabalhava em uma filiada da Rede Globo. (Cabe aqui um lembrete.... o Zé, deixou o curso e virou enfermeiro).
Devia ser umas 2 horas da tarde, eu e o Zé, subindo conversando sobre os mais diversos assuntos relacionados ao jornalismo e suas caracteristicas.
Eis que senão quando, vindo ao encontro de nós, um senhor, claramente embriagado e com aspecto de quem a muito não via uma boa ducha.
Não que isso tenha sido fator determinante para a minha recusa em seu pedido, mas talvez a forma como aquele individuo se apresentou para prazeirozamente me pedir um cigarro.
Ainda vejo ele vindo em minha direção, abrindo os braços com um sorriso aberto e com aspecto de espiga de milho faltando alguns grãos:
"Ôôôôô irmão me dá um cigarro ai?!"
Eu que não o conhecia e sem saber o que fazer antes dele me abraçar fraternalmente, quase que num relance de pensamento lhe gritei:
"Sorry, I don't speek portuguese"
Antes que isso soe como "a coisa mais natural do mundo", vale ressaltar que eu não falo em ingles, não entendo nada mais do que alguns poucos verbetes e que isso saiu como se eu realmente não entendera absolutamente nada do que ele havia me dito.
Como se não bastasse a perplexidade do fato, o Zé, que naquele momento não sabia se ria ou se chorava, ainda ouviu o senhor me dizer.
"Então vá com Deus irmão!"


 

Enquanto isso na Cidade Maravilhosa

Diário de uma carioca em tempos modernos
Cheguei em casa ontem, era umas 9:25 da noite. Como estava fazendo muito calor fui tomar um banho. No banheiro, tirei toda a roupa e comecei a me lavar. Mas ele foi inteligente, porque eu nem vira quando ele entrara pela janela.
Depois que eu havia terminado de tomar banho fui para o quarto mas estava fazendo muito calor. Então eu deitei-me na cama sem nenhuma peça de roupa.
Aquele maldito começou a me rodear, eu nem liguei para ele porque eu já passei por momentos piores. Mas ele veio e começou a me chupar o corpo. Eu, como já disse, estou acostumada com isso e nem liguei para ele.
Ele me chupou tanto que ficou até esgotado, e eu nem ligava pra ele.
Mesmo assim ele me chupava tão de mansinho que........
Bem, deixa ele vir na próxima noite que ele vai ter o que merece... aquele maldito mosquito da dengue.


 

Enfim.... estou aqui!

Depois de quase dois anos que gentilmente recebi um convite para participar do Tipos, consegui finalmente iniciar minhas aventuras pelo mundo da internet.
Algumas pessoas me conhecem, outras farão questão de me esquecer, mas o fato é que a partir de agora, cá estou.
Então...vamos lá!


 
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